Trump celebra libertação de americana que estava detida pelo Talibã

O Presidente dos EUA, Donald Trump (Foto: EFE/EPA/WILL OLIVER)

"Obrigada por me trazerem de volta para casa. Nunca tive tanto orgulho de ser cidadã americana", disse a mulher 

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou neste sábado (29) a libertação da cidadã americana Faye Hall, que estava detida desde fevereiro pelo regime extremista do Talibã no Afeganistão. Hall foi libertada na última quinta-feira (27), após uma decisão judicial, fruto de negociações que foram mediadas pelo governo do Catar.

Segundo informações, Faye Hall foi presa enquanto viajava pelo Afeganistão com um casal britânico — Barbie e Peter Reynolds — e o intérprete deles até a província central de Bamiã. O casal, na casa dos 70 anos, vive no Afeganistão desde os anos 1970, liderando programas de educação para mulheres e meninas. De acordo com a BBC, eles decidiram permanecer no país mesmo após a retomada do poder pelos talibãs, em 2021. As autoridades afegãs não explicaram publicamente o motivo da prisão do grupo, mas segundo informações da emissora CNN, Hall foi acusada de operar um drone sem autorização.

Por meio de sua conta na Truth Social, o Presidente Trump celebrou a libertação da americana. Trump compartilhou um vídeo onde Hall aparece e diz que está "muito feliz" por ele ter retornado à presidência.

"Obrigada por me trazerem de volta para casa. Nunca tive tanto orgulho de ser cidadã americana", disse a mulher no vídeo. Ela também fez um apelo pelas mulheres que ainda detidas no Afeganistão.

"Elas estão esperando você ir libertá-las", afirmou.

"Obrigado, Faye — Muito honrado por suas palavras!", escreveu Trump ao compartilhar o vídeo.

Este é o quarto caso de libertação de cidadãos americanos mantidos pelo Talibã somente neste ano, todos com a intermediação do governo do Catar. A operação para a libertação de Faye Hall contou com a participação de Adam Boehler, enviado especial da Casa Branca para os reféns americanos e Zalmay Khalilzad, ex-enviado especial dos EUA para o Afeganistão, que atuou no cargo entre 2018 e 2021, no primeiro mandato de Trump.

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