O porta-voz do governo iraquiano, Basem Al-Awadi, informou que uma investigação oficial está em curso para apurar o suposto sequestro da acadêmica de Princeton
O porta-voz do governo iraquiano, Basem Al-Awadi, anunciou que uma investigação foi iniciada em relação à suspeita de sequestro da acadêmica israelense-russa Elizabeth Tsurkov. No entanto, até o momento, não há nenhuma declaração oficial disponível.
"O governo iraquiano está efetivamente conduzindo uma investigação oficial", afirmou Al-Awadi durante uma entrevista ao canal de televisão iraquiano Al-Ahd.
No entanto, acrescentou, "dado à gravidade do caso e suas complexidades, não será feita nenhuma declaração oficial sobre o assunto até que o governo iraquiano conclua sua investigação oficial e chegue a uma conclusão".
"Após essa conclusão, se Deus quiser, serão feitas declarações ou anúncios sobre as posições oficiais", concluiu o porta-voz do governo iraquiano.
Tsurkov estava no Iraque como estudante de doutorado da Universidade de Princeton e chegou a Bagdá no ano passado. No entanto, ela desapareceu há quatro meses. Na quarta-feira, o Gabinete do Primeiro-Ministro de Israel (PMO) emitiu um comunicado acusando o Kataib Hezbollah iraquiano de mantê-la como prisioneira.
O PMO também destacou que Tsurkov viajou "por iniciativa própria, utilizando seu passaporte russo, de acordo com seu doutorado e pesquisa acadêmica em nome da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos". Além disso, Israel responsabilizou o governo iraquiano pela segurança e bem-estar dela.
De acordo com uma fonte citada pelo canal de televisão israelense Kan, Tsurkov foi inicialmente detida pelos serviços de inteligência iraquianos e posteriormente transferida para o Kataib Hezbollah. A fonte também acrescentou que há envolvimento iraniano na questão.
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